Desconfortos e tristezas
O que tanto me incomoda por aí?
Choques de temperatura nos entra-e-sai de lugares fechados e ter, com isso, que sempre carregar um casaquinho à mão, mesmo morando numa cidade cujo verão supera os 40 graus.
Pedintes marqueteiros que aprenderam duas coisas: a aceitar e incorporar a miséria como sentimento, estilo de vida e como uma realidade intransponível e; a nos atacar aonde somos mais fracos, na compaixão. Com isto, ganham a vida e bastante dinheiro. Façam os cálculos.
A impunidade que deixa livre ladrões de milhões e ladrões de galinha. A impunidade que estimula crimes cada vez mais violentos e bárbaros e desmoraliza a cidade perante os cariocas, os brasileiros e o mundo.
As burocracias de nosso país que servem para abrir margem à corrupção e atrasar a vida do cidadão. Imagine que temos um tanto de documentos de identificação: RG, CPF, Passaporte, Carteira de Motorista, Carteira de trabalho.
A bola de neve que a ausência do Estado nos coloca. Primeiro, pagamos altos impostos descontados diretamente de nossos salários, que DEVERIAM ir para educação, saúde, transporte, segurança etc. Como o Estado falha em suas obrigações, temos que contratar serviços particulares como escola, plano de saúde, alarmes, grades etc. Como estas empresas também são obrigadas a pagar impostos altíssimos, o preço de seus serviços é obrigado a subir e sobe ainda mais porque como nós, elas também precisam contratar serviços para cobrir a ausência do Estado. E com isso, o preço de tudo sobe, sobe e sobe. E os parlamentares acham certo que seus salários chegue a quase R$25.000 por mês, quase 60 salários mínimos, que eles alegam ser suficiente para uma família viver.
Os políticos. Há tanto a falar que é melhor me calar.
A sujeira nas praias. As pessoas não têm consciência de que se banharão em seu próprio lixo no dia seguinte.
O CPMF. Revoltante, né?
O metrô carioca que acha que fez um progresso danado chegando até o Cantagalo. Bato palmas apenas se chegar à Barra em menos de 10 anos.
A inflação que o senhor Presidente mente à respeito. Se ela está tão baixa, como sobem tanto os preços do transporte público, da gasolina, do feijão e do pãozinho fresco?
Choques de temperatura nos entra-e-sai de lugares fechados e ter, com isso, que sempre carregar um casaquinho à mão, mesmo morando numa cidade cujo verão supera os 40 graus.
Pedintes marqueteiros que aprenderam duas coisas: a aceitar e incorporar a miséria como sentimento, estilo de vida e como uma realidade intransponível e; a nos atacar aonde somos mais fracos, na compaixão. Com isto, ganham a vida e bastante dinheiro. Façam os cálculos.
A impunidade que deixa livre ladrões de milhões e ladrões de galinha. A impunidade que estimula crimes cada vez mais violentos e bárbaros e desmoraliza a cidade perante os cariocas, os brasileiros e o mundo.
As burocracias de nosso país que servem para abrir margem à corrupção e atrasar a vida do cidadão. Imagine que temos um tanto de documentos de identificação: RG, CPF, Passaporte, Carteira de Motorista, Carteira de trabalho.
A bola de neve que a ausência do Estado nos coloca. Primeiro, pagamos altos impostos descontados diretamente de nossos salários, que DEVERIAM ir para educação, saúde, transporte, segurança etc. Como o Estado falha em suas obrigações, temos que contratar serviços particulares como escola, plano de saúde, alarmes, grades etc. Como estas empresas também são obrigadas a pagar impostos altíssimos, o preço de seus serviços é obrigado a subir e sobe ainda mais porque como nós, elas também precisam contratar serviços para cobrir a ausência do Estado. E com isso, o preço de tudo sobe, sobe e sobe. E os parlamentares acham certo que seus salários chegue a quase R$25.000 por mês, quase 60 salários mínimos, que eles alegam ser suficiente para uma família viver.
Os políticos. Há tanto a falar que é melhor me calar.
A sujeira nas praias. As pessoas não têm consciência de que se banharão em seu próprio lixo no dia seguinte.
O CPMF. Revoltante, né?
O metrô carioca que acha que fez um progresso danado chegando até o Cantagalo. Bato palmas apenas se chegar à Barra em menos de 10 anos.
A inflação que o senhor Presidente mente à respeito. Se ela está tão baixa, como sobem tanto os preços do transporte público, da gasolina, do feijão e do pãozinho fresco?

3 Comments:
Ai...
Vamos fugir? Pra outro lugar?
assino embaixo!
concordo contigo,esse choque de temperatura é horrivel mesmo.acho que um terreninho basico no alto de uma colina pelas redondezas de petropolis com uma topografia boa para plantar pinheiros e cultivar bonsai seria bom.e uma lareira claro pelo menos assim o calor vai subindo aos poucos.sem alcool claro.meu professor falou que o alcool oxida os ossos e entorpece o celebro.ele bebeu mais de 100000 litros de 51 e disse que nao é bom.nem as melhores das cachaças artesanais.mais respeito aos paraplegicos.mas o blog ta legal.
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